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Diocese | Bispos

Primeiro Bispo sua Excelência Reverendíssima Dom Paulo Rolim Loureiro

Dom Paulo Rolim Loureiro

Nascido em Sorocaba, Estado de São Paulo, aos 10 de agosto de 1908.

Ordenado Sacerdote, aos 15 de agosto de 1934, na Festa da Assunção de Nossa Senhora, na Igreja de Santa Efigênia, então Catedral Provisória.

Eleito Bispo Titular de Bria, Auxiliar da Arquidiocese de São Paulo, aos 22 de maio de 1948.

Ordenado Bispo, aos 15 de agosto de 1948, na Basílica de Nossa Senhora do Carmo, em São Paulo, tendo como Sagrante o Eminentíssimo Senhor Cardeal Dom Carlos Carmelo de Vasconcellos Motta, tendo como consagrantes Excelentíssimos Senhores Dom José Carlos de Aguirre, Bispo de Sorocaba e Dom Manuel Pedro da Cunha Cintra, Bispo de Petrópolis Rio de Janeiro.

Nomeado Bispo Diocesano de Mogi das Cruzes, aos 04 de agosto de 1962.

Posse canônica da Diocese de Mogi das Cruzes, aos 30 de dezembro de 1962.

Faleceu, aos 02 de agosto de 1975.

Praestans Parvulis ("Proporcionando (sabedoria) aos pequenos" - Sl 19, 8.)

Escudo

Dom Paulo Rolim Loureiro

 

Escudo Esquartelado

No 1º, de prata, o monograma ICM, de azul.

No 2º, as armas dos Loureiros, que são: de vermelho, com cinco folhas de figueira, de verde, nervadas de ouro, postas em aspa.

No 3º, as armas dos Rolins, que são: de vermelho, com cinco espadas de prata, guarnecidas de ouro, postas em aspa, as pontas para baixo.

No 4º, de prata, um leão rampante, de vermelho, segurando uma chave.

Sobre o todo, um escudete, de verde, com uma flor de Lis de ouro.

Como ornamentos do escudo, a cruz pastoral de ouro, o chapéu praelatício, cordão e borlas de verde, distintos de Bispos.

Descrição Simbólica

Primeiro quartel: As iniciais ICM em azul, símbolo de Nossa Senhora, em fundo de prata, também monograma do Seminário Central da Imaculada Conceição, onde terminou Dom Paulo Rolim Loureiro seus estudos eclesiásticos. Lembram, outrossim, o brasão de Dom José Gaspar de Afonseca e Silva, de quem o novo Bispo foi aluno e depois secretário particular.

Segundo quartel: Das armas dos seus ascendentes paternos, pelo ramo dos Loureiros. Os Loureiros são antigos e naturais de Portugal. Veio-lhes o nome da senhora do lugar de Loureiro. Usaram as armas dos Figueiredos, depois que Joannes Eannes de Loureiro se casou com Catarina de Figueiredo. Posteriormente El-Rei Dom João III deu a Luís de Loureiro, seu bisneto, adail-mor do Reino, novas armas. No segundo e terceiro quartéis desse escudo, em campo vermelho, se encontram cinco folhas de figueira, verdes, perfiladas de ouro.

Terceiro quartel: Das armas dos seus ascendentes maternos pelo ramo dos Rolins. Os Rolins procedem de Childe Rolim, fidalgo flamengo, que se achou na tomada de Lisboa, e a quem El-Rei Dom Afonso Henrique fez mercê da Vila de Azambuja. Continuou em seus descendentes, e entrou na família dos Mouras, por casamento de Dona Urraca Rolim, Senhora dessa Vila, com Álvaro Gonçalves de Moura, bisneto de Vasco Martins Sarrão de Moura, Senhor da Vila de Moura, no reinado de Dom Afonso III. Por isso tudo os Rolins estão hoje na varonia dos Mouras e usam das mesmas armas.

Quarto quartel: leão rampante com uma chave vermelha (goles), em fundo prata. Do brasão dos Silvas tirado das armas de Dom Duarte Leopoldo e Silva, que ordenou sacerdote o novo Bispo, na festa da Assunção de Nossa Senhora, em 1934, na Catedral Provisória, Igreja de Santa Efigênia. Em escudete, no centro, uma flor de Lis ouro em fundo verde (sinople), da família dos Mottas, homenagem a Sua Eminência Reverendíssima o Senhor Cardeal Motta de quem foi Bispo Auxiliar.

Timbre heráldico é o chapéu de cor verde que cobre o escudo e leva seis borlas em três séries, como é de praxe para os Bispos.

Insígnias: A cruz colocada sobre o escudo serve para por em relevo a dignidade episcopal.

Lema: Praestans parvulis”, do Salmo 18, v. 8 (grego). Quer assim o novo Bispo render significativa homenagem aos beneméritos formadores do clero Paulista, os Revmos. Cônegos Premonstratenses, que há meio século vieram dirigir o Seminário Menor Metropolitano de Pirapora, onde cursou humanidades. O dístico é do escudo do primeiro Abade da Ordem Premonstratense, no Brasil.

Praestans parvulis” salienta o desejo do novo Bispo de estar a serviço dos pequenos, dos humildes, dos mais carecidos de assistência espiritual, sem exclusão, todavia, dos abastados e ricos, pois a todos se há-de estender o seu zelo episcopal.

Segundo Bispo sua Excelência Reverendíssima Dom Emilio Pignoli

Dom Emilio Pignoli

Nascido em Cappela Picenardi, Cremona - Itália, aos 14 de dezembro de 1932.

Ordenado Sacerdote, aos 29 de junho de 1957, em Cravinhos - SP.

Nomeado Bispo Diocesano de Mogi das Cruzes, aos 13 de abril de 1976.

Ordenado Bispo, aos 24 de junho de 1976, em Orlândia SP, Diocese de Franca, tendo como Sagrante o Exmo. e Revmo. Dom Cármine Rocco, Núncio Apostólico do Brasil, tendo como consagrantes Dom Bernardo José Bueno Miele, arcebispo de Ribeirão Preto e Dom Diógenes Silva Matthes, bispo de Franca e o Vigário Capitular Mons. João Oliveira Rosa Filho, leitor da Bula Papal.

Posse canônica da Diocese de Mogi das Cruzes, aos 04 de julho de 1976.

Transferido para a Diocese de Campo Limpo, aos 14 de fevereiro de 1989, e tomou posse na criada Diocese de Campo Limpo - SP, aos 04 de junho de 1989.

Certam Vocationem Faciatis ("Consolidai vossa vocação" - 2Pd 1,10)

Escudo

Dom Emilio Pignoli

Brasão adotado a partir de 04 de junho de 1989.

O Exmo. Dom Emilio Pignoli, no período de seu Governo Diocesano, não criou um Brasão de armas próprio.

Juntamente com uma equipe de colaboradores, elaborou o primeiro brasão da Diocese, o qual foi publicado no Boletim Comunidade, na edição de Natal, em 1977.

Brasão

O campo azul e o campo vermelho representam o Reino de Deus, já atuando na terra, plenificado no céu.

Sob a intercessão de Maria "Estrela da Evangelização" como peregrinos disponíveis (as sandálias e o cajado do peregrino) devemos consolidar a cada dia nossa vocação.

Terceiro Bispo sua Excelência Reverendíssima Dom Paulo Mascarenhas Roxo, Opraem

Dom Paulo Mascarenhas Roxo, Opraem

Nascido em São Geraldo, Estado de Minas Gerais, aos 12 de junho de 1928.

Profissão Religiosa na Ordem Premonstratense aos 02 de fevereiro de 1952.

Ordenado Sacerdote, aos 20 de agosto de 1952, em Pirapora do Bom Jesus - SP, pelo Exmo. e Revmo. Sr. Dom Paulo Rolim Loureiro, então Bispo Auxiliar da Arquidiocese de São Paulo.

Nomeado Bispo Diocesano de Mogi das Cruzes, aos 07 de dezembro de 1989.

Ordenado Bispo, aos 28 de janeiro de 1990, em Jaú - SP, Diocese de São Carlos, tendo como Sagrante o Exmo. e Revmo. Dom Carlo Furno, Arcebispo Titular de Abari e Núncio Apostólico no Brasil, tendo como consagrantes Dom Constantino Amstaldem, Bispo Diocesano de São Carlos e Dom Conrado Walter, SAC, Bispo Coadjutor e Administrador Apostólico da Diocese de Jacarezinho - PR.

Posse canônica da Diocese de Mogi das Cruzes, aos 11 de fevereiro de 1990.

Bispo Emérito de Mogi das Cruzes, aos 04 de agosto de 2004.

Mane Nobiscum, Domine ("Ficai conosco Senhor" - Lc 24,29)

Escudo

Dom Paulo Mascarenhas Roxo, Opraem

 

Descrição Heráldica

Escudo inglês moderno cortado em arco. No campo superior de prata: à destra duas cruzes entrelaçadas de "sanguinho" e a sinistra uma pomba de goles. No campo interior, de blau: a flor de Lis de ouro encimada por três estrelas de prata.

Escudo sobre a cruz pastoral de ouro com o monograma do Cristo-Senhor, encimado pelo chapéu prelatício de três fileiras de borlas em sinople.

Lema: "Ficai Conosco Senhor" de blau em listel de prata.

Descrição Simbólica

  • O campo azul e a flor de lis são do brasão da ordem Premonstratense, à qual pertence o Bispo.
  • O Espírito Santo em vermelho é a potência dinamizadora, como doador e animador dos ministérios (1Cor 12).
  • As cruzes em púrpura - a de braço maior, possuindo a mesma forma da cruz do brasão de João Paulo II, recorda o Papa que o nomeou. A outra entrelaçada salienta a comunhão com o Colégio Episcopal com seu chefe o Papa. Juntas referem-se à primeira Diocese assumida: Mogi das Cruzes. A cor expressa o sobrenome da família a que pertence.
  • As três estrelas, adentrando o campo prateado, designam: "a Mulher coroada de doze estrelas..." (Apoc 12, 1) - Maria sob cuja proteção é colocado o seu ministério de Bispo.
  • Lema: "Ficai Conosco Senhor" (Lc 24,29) evoca a manifestação e a presença preponderante do Cristo-Senhor no seu pastoreio, chamando todos à comunhão e participação, na fração do pão, na palavra a revelação.

 

Quarto Bispo sua Excelência Reverendíssima Dom Airton José dos Santos

Dom Airton José dos Santos

Nascido em Bom Repouso, Estado de Minas Gerais, aos 25 de junho de 1956.

Ordenado Sacerdote, aos 08 de dezembro de 1985, na Catedral Diocesana de Santo André - SP.

Eleito Bispo, Titular de Felbes, Auxiliar da Diocese de Santo André, aos 19 de dezembro de 2001.

Ordenado Bispo, aos 02 de março de 2002, em São Bernardo do Campo, Diocese de Santo André, tendo como Sagrante o Exmo. e Revmo. Dom Décio Pereira, e consagrantes o Exmo. e Revmo. Dom David Picão e o Exmo. e Revmo. Dom Manuel Parrado Carral.

Nomeado Bispo Diocesano de Mogi das Cruzes, aos 04 de agosto de 2004.

Posse canônica da Diocese de Mogi das Cruzes, aos 26 de setembro de 2004.

Transferido para a Arquidiocese de Campinas, aos 15 de fevereiro de 2012 e

Posse canônica na Arquidiocese de Campinas aos 15 de abril de 2012.

Ut Faciam Deus Voluntatem Tuam ("para fazer, ó Deus, a Tua vontade" - Hb 10,7)

Escudo

Dom Airton José dos Santos

O escudo em forma de dobra ou de corte diagonal representa a linhagem dos defensores, daqueles que devem fidelidade. O bispo, ao ser ordenado, é tido como defensor da fé, aquele que antes de todos deve manter salvaguardada a herança apostólica, que deve se manter fiel à Aliança de Cristo com a Igreja, sendo sinal de unidade juntamente com o Colégio Apostólico.

A linha de marcação do escudo em torre representa a fortaleza, a construção, a Igreja alicerçada sobre a fidelidade apostólica, sobre a tradição da Igreja. Este é o papel que Dom Airton terá no pastoreio: ser fiel ao Cristo como fortaleza para a edificação do Reino de Deus.

Os esmaltes predominantes neste escudo são a cor azul e o metal prata. A coloração azul da parte superior do escudo representa a lealdade e a perseverança, juntamente com a flor de Lis em evidência, apresenta o sinal da fidelidade e da perseverança: a primeira discípula do Cristo, Nossa Senhora, sempre virgem.

A colocação prata da parte inferior do escudo representa a clareza de um ideal, a pureza e a precisão daqueles que se confiam a Cristo; associada ao pelicano, quer salientar a sapiência daqueles que sem interrogar, depositam em Deus sua vida como doação. O pelicano é, por excelência, o animal que designa a inteira doação, pois para alimentar seus filhotes fere o próprio ventre.

Unido a estes símbolos encontra-se o lema de Dom Airton José dos Santos: UT FACIAM DEUS VOLUNTATEM TUAM ("para fazer, ó Deus, a Tua vontade" - Hb 10,7). Este lema, extraído da Carta aos Hebreus, ordena o princípio e o fim de cada pessoa humana, de cada cristão, sendo escolhido por Dom Airton por demonstrar o princípio pelo qual sempre viveu.

As insígnias episcopais são evidenciadas pelo chapéu prelatício com forro violáceo e pela cruz colocada por detrás do brasão.

Quinto Bispo sua Excelência Reverendíssima Dom Pedro Luiz Stringhini

Dom Pedro Luiz Stringhini

Nascido em Laranjal Paulista, Estado de São Paulo, aos 17 de agosto de 1953.

Ordenado Sacerdote, aos 09 de agosto de 1980, em São Paulo - SP.

Eleito Bispo, Titular de Ita, Auxiliar da Arquidiocese de São Paulo, aos 03 de janeiro de 2001.

Ordenado Bispo, aos 10 de março de 2001, em São Paulo, Arquidiocese de São Paulo, tendo como Sagrante o Exmo. e Revmo. Arcebispo de São Paulo Dom Claudio Hummes, e consagrantes o Exmo. e Revmo. Cardeal Paulo Evaristo Arns e o Exmo. e Revmo. Dom Luciano Pedro Mendes de Almeida.

Nomeado Bispo de Franca no dia 30 de dezembro de 2009, tomando posse dia 21 de fevereiro de 2010.

Nomeado Bispo Diocesano de Mogi das Cruzes, aos 19 de setembro de 2012.

Posse canônica da Diocese de Mogi das Cruzes, aos 24 de novembro de 2012.

In Verbo Autem Tuo ("Em resposta a tua Palavra" – Lc 5,5)

Escudo

Dom Pedro Luiz Stringhini

Chapéu prelatício, soltando de seu interior, em goles, uma série de borlas, pendentes nos flancos do brasão, tudo em sinople; que representa o povo de Deus à escuta de seu pastor.

Escudo representa a flor de lis, usada para representar a figura de Maria, virgem e intercessora (Lc 2,19). Em cima ao centro desta flor está as iniciais da invocação a Mãe de Deus (Ave-Maria).

A Cruz de Santo André significa a figura do Apóstolo irmão de Pedro, que o apresenta a Jesus (Jo 1, 40-42)

Duas Cruzes vermelhas que simbolizam o sangue dos mártires e nos remete a barca de Pedro, a própria Igreja.

Peixe, remete ao próprio Cristo, princípio e fim (Alfa e ômega). Os primeiros cristãos, verão, no peixe o símbolo (ICQUS) em grego, que é lido Jesus Cristo, Filho de Deus Salvador.

As escritas: In Verbo Autem Tuo, palavras em latim que significam: Em resposta à tua Palavra (Lc 5, 5).