PREPARAÇÃO DO JUBILEU
DE OURO DA DIOCESE DE MOGI DAS CRUZES
No dia 07 de junho, na Santa Missa às 09h00, na Catedral Santana, aconteceu a abertura do Ano Missionário que se encerra somente em junho de 2010, início do Tríduo preparatório do Jubileu Diocesano, a Romaria Diocesana que vem sendo preparada pela Coordenação Diocesana de Pastoral, sendo o Revdo Pe. Alberto Gomes da Silva, responsável pela articulação e divulgação juntamente com os padres coordenadores regionais, a finalidade da Romaria Diocesana é a comemoração da data festiva da criação da Diocese de Mogi das Cruzes, no dia 09 de junho e relembrar sua rica história.


A Diocese de Mogi das Cruzes tem viva a história do caminho dos jesuítas, do caminho da catequese, do caminho da Ordem de São Bento, da Ordem Carmelita e da Ordem Franciscana, percorrer o caminho ao encontro da Mãe “Nossa Senhora”, é refazermos o caminho da peregrinação de nos evangelizadores, que sempre preocupados em anunciar a “Boa Nova” a todos.

É o momento de espiritualidade e agradecimento a Deus, por toda beleza e riqueza que se encontra na Diocese de Mogi das Cruzes, com sua história valiosa através de seus patrimônios que traduz as diversas culturas que passaram pela nossa diocese, por todos os nossos grandes evangelizadores: Bispos, Padres, Religiosos e Religiosos que compõem essa história, a todos os fiéis leigos que sempre apoiam e ajudam na construção desta evangelização.

Momento também de fortalecimento de nossa espiritualidade pois toda Romaria nos transporta para a oração.

 

A CELEBRAÇÃO DE UM GRANDE MOMENTO

 
Cada paróquia de nossa Diocese se organizou reuniu o povo e num encontro a cima de tudo profético, marca a comunhão de todos em volta de uma comemoração tão importante para nós. São 50 anos de evangelização; nossa Igreja torna-se mais forte a cada momento e infunde o Amor
constante de Deus em nossa vida!
 
                 
“Realmente é um momento de muita emoção e de muita fé. Inesquecível.”
(Dona Cida Paróquia São Francisco de Assis-Suzano)
 
 
 

 
A ORIGEM DAS ROMARIAS


Tradição oriunda de S. Miguel, ilha do Arquipélago dos Açores, as romarias quaresmais tiveram a sua origem, segundo se crê, no início do século XVI, em Vila Franca do Campo, primeira capital da ilha.

Constituíram a resposta encontrada pela população de então para aplacar a fúria divina que, assolando essa localidade, soterrou os vila-franquenses e todos os seus haveres.

Na sequência desta catástrofe natural, ocorrida no dia 22 de Outubro de 1522, os poucos sobreviventes ergueram uma ermida, consagrada a Nossa Senhora do Rosário, no local onde actualmente existe o Convento de S. Francisco.

Todas as quartas-feiras, dia da semana em que ocorrera a catástrofe, a população da ilha, à noite, dirigia-se em romaria a esse local.

Com o passar dos anos, algumas paróquias começaram a organizar romarias, que, ao longo de oito dias, percorriam a ilha a pé, parando em todas as igrejas onde fosse venerada a Virgem e/ou onde estivesse o Santíssimo Sacramento. Os romeiros dirigiam-Lhes súplicas, agradecendo-Lhes as graças concedidas. Durante o percurso, entoavam o hino de Nossa Senhora (Avé Maria).

No ano de 1962, o Bispo da diocese, D. Manuel Afonso de Carvalho, promulgou o Regulamento dos Romeiros, vinculando os responsáveis pelos ranchos ao cumprimento do mesmo, assim como à realização de reuniões prévias, de preparação.

Essa orientação foi continuada por D. Aurélio Granada Escudeiro, em cujo episcopado foi criado o Grupo Coordenador das Romarias Quaresmais de S. Miguel. Coube a este grupo a alteração do Regulamento até então em vigor.

 

 

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