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| PALAVRA
DO PAPA |
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MENSAGEM DO PAPA BENTO XVI
PARA A PÁSCOA |
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Nesta
manhã, o Papa Bento
XVI deixou por algumas horas
a residência papal de
verão, Castel Gandolfo,
para conduzir a audiência-geral
da semana aos fiéis
reunidos na Praça de
São Pedro. Uma multidão
esteve presente para ouvir
o pontífice que, mais
uma vez, destacou a importância
da Páscoa para a Igreja,
inclusive nos dias ques e
seguem.
Bento
XVI está em Castel
Gandolfo desde o último
domingo, após rezar
a missa de Páscoa no
Vaticano. É praxe os
sumos-pontífices passarem
cerca de uma semana na residência
de verão, que fica
a poucos quilômetros
de Roma, à beira do
lago Albano, descansando da
intensa programação
litúrgica pascal.
Em
seu discurso de hoje, o Papa
disse que o período
festivo da Igreja pela Páscoa
ainda não deve ser
encerrado. Segundo ele, o
“clima” deve permanecer
por 50 dias, até o
dia de Pentecostes, em 1º
de junho. Ainda de acordo
com o Papa, todos os eventos
do Tríduo Santo da
última semana - Via-Crúcis,
a Sexta da Paixão e
a Vigília Pascal -
serviram como preparação
para a ressureição
de Cristo na Páscoa,
“quando a morte é
derrotada pela vida”.
“Após
o choro, após a Sexta-Feira
Santa, seguida pelo silêncio
carregado de espera do Sábado
Santo, ao alvorecer do primeiro
dia após o sábado
é soado com vigor o
anúncio da Vida que
derrotou a morte.
A
novidade comovente da ressurreição
é tão importante
que a Igreja não cessa
de proclamá-la, prolongando
a lembrança especialmente
a cada domingo: todo domingo,
na verdade, é “doía
do Senhor” e Páscoa
semanal do povo de Deus. Os
nossos irmãos orientais,
chamam na língua russa
o domingo de ‘dia da
ressurreição’”.
Bento
XVI fez questão de
sublinhar a centralidade da
Páscoa durante todo
o calendário da Igreja,
e pediu que os cristãos
não deixem de proclamar
a mensagem pascal de salvação,
inclusive como evento inequívoco,
pertencente à história
humana.
“Para
nossa fé e nosso testemunho
cristão é fundamental
proclamar a ressurreição
de Jesus como um fato real,
histórico e comprovado
por testemunhas críveis,
e que diz respeito a toda
a família humana. Este
evento mudou a vida das testemunhas
oculares e ao longo dos séculos
gerações inteiras
de homens o acolheram com
fé e o testemunharam,
até mesmo com o martírio.”
Ao
final da audiência,
Bento XVI saudou os fiéis
e peregrinos reunidos na Praça
de São Pedro em várias
línguas, como de hábito.
Em português, disse:
“ Amados peregrinos
de língua portuguesa,
alegrai-vos e exultai comigo,
porque o Senhor Jesus ressuscitou.
A ressurreição
de Cristo é a nossa
esperança!
Este
pregão pascal ressoa
por toda a terra: ressoa no
coração dos
brasileiros e dos portugueses
de Lamego e da diocese de
Coimbra!
Com
alegria, saúdo a comunidade
do seu Seminário Maior
que, há 250 anos, facilita
esta passagem do testemunho
da ressurreição,
com a formação
de novos arautos e servidores.
Sobre todos, desça
a minha Bênção.
Ad multos annos!”
Fonte: Ver pronunciamento
completo: site do Vaticano
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AMOR:
ASPECTO ESSENCIA PARA O ESTUDO
DA TEOLOGIA
“Conhecimento
e amor são dois aspectos
essenciais na pesquisa teológica”,
afirma o Papa Cidade do Vaticano
(Quarta-feira, 17-03-2010, A
primazia do amor na teologia
de São Boaventura foi
o tema da catequese apresentada
hoje pelo Papa Bento XVI na
audiência geral da semana,
o encontro tradicional das quartas-feiras
com os fiéis. Pela terceira
semana consecutiva, o Santo
Padre apresenta em modo aprofundado
a teologia do santo sobre o
qual dedicou sua tese de habilitação.
Hoje,
Bento XVI comparou a teologia
de São Tomás de
Aquino com aquela de São
Boaventura, as duas que, segundo
explicou, representam o ápice
do pensamento cristão
na Idade Média, "com
um diálogo fecundo entre
fé e razão".
São
Boaventura desenvolveu ambos
os aspectos da teologia, o teórico
(primazia do conhecimento) e
o prático (primazia do
amor).
Para
São Tomás, na
teologia prevalece o aspecto
intelectual, pois, ao conhecimento
de Deus, segue o trabalho segundo
sua vontade, fazer o bem. São
Boaventura, sem opor-se a isso,
ao conhecimento e ao trabalho
acrescenta a contemplação,
que é o afeto provocado
ao encontrar quem
amamos explicou o Santo Padre.
Não
renunciando na Teologia a compreender
com a razão, São
Boaventura não se detém
na simples satisfação
do saber, pois se busca sempre
conhecer melhor o amado e amálo
cada vez mais.
"A
teologia deveria sempre se empenhar
em conhecer Deus com sabedoria
e contemplação",
observou o Papa, salientando
que "o amor a Deus é
o destino último do homem".
Em seu estudo teológico,
São Boaventura assinalou
a necessidade da razão
e do coração porque
no amor é possível
"ver mais".
Em
português, o Santo Padre
fez uma breve síntese
de sua catequese: "Queridos
irmãos e irmãs.
São Boaventura, ao lado
de Santo Tomás de Aquino,
seu contemporâneo, foi
responsável por um grande
desenvolvimento no diálogo
entre a fé e a razão
que caracteriza a Idade Média.
Partindo
de pressupostos comuns, ressaltaram
aspectos diversos na sua reflexão
teológica; Santo Tomás,
por exemplo, insiste na primazia
da verdade, enquanto que para
Boaventura a categoria. |
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O
DIA MUNDIAL DAS MISSÕES
Papa ressalta importância
da comunhão eclesial.
Cidade
do Vaticano (Quinta-feira, 25-03-2010).
"A construção
da comunhão eclesial
é a chave da missão".
Com este tema será celebrado
no dia 24 de outubro o 84º
Dia Mundial das Missões.
Hoje, a Sala de Imprensa da
Santa Sé apresentou a
mensagem que o Papa preparou
para a ocasião, na qual
Bento XVI aborda a realização
da chamada à missão
nas comunidades eclesiais e
paroquiais.
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"Somente
a partir deste encontro com
o Amor de Deus, que muda a
existência, podemos
viver em comunhão com
Ele e entre nós, e
oferecer aos irmãos
um testemunho crível,
restituindo razão da
esperança que está
em nós", afirma
o Papa, em sua mensagem, sobre
a vocação missionária.
Dirigindo-se
aos fiéis, o Santo
Padre recorda também
a necessidade de uma "fé
adulta, capaz de entregar-se
totalmente a Deus com uma
atitude filial, alimentada
pela oração,
pela meditação
da Palavra de Deus e pelo
estudo das verdades e da fé"
para "promover um humanismo
novo, fundado no Evangelho
de Jesus".
O
Papa diz desejar que se promova
nas paróquias a "novidade
de vida, feita de relações
autênticas", e
também ao lidar com
as multietnias das sociedades,
que "experimentam cada
vez mais formas de solidão
e de indiferença preocupantes.
"Os
cristãos devem aprender
a oferecer sinais de esperança
e a tornaremse irmãos
universais", exclama.
Bento
XVI ressalta ainda que a principal
missão das comunidades
eclesiais e paroquiais está
no aspecto espiritual. E destacou
a importância do trabalho
missionário: "O
estímulo missionário
sempre foi sinal de vitalidade
para as nossas Igrejas e sua
cooperação é
testemunho singular de unidade,
fraternidade e de solidariedade,
que torna críveis os
anunciadores do Amor que salva!"
No
fim da Mensagem, Bento XVI
convida todos os fiéis
à oração
e ao "empenho, na ajuda
fraterna e concreta, como
suporte para as jovens Igrejas".
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